Goiânia

Gestão Municipal

Busca

MERCADOS MUNICIPAIS


                                                                   Foto: Eulices Maria

Goiânia possui um total de sete mercados municipais, distribuídos nas diversas regiões da cidade. Neles, são comercializados alimentos, peças de vestuário e produtos diversos, além de abrigarem inúmeros evantos culturais.



MERCADO CENTRAL
Rua 3, n.º 322, Setor Central
Fone: 3524-1324

O Mercado Central de Goiânia começou a funcionar em 1950, na gestão do Prefeito Eurico Viana, onde hoje se encontra o prédio do Pathernon Center e, posteriormente, transferido para o Mercado Centro Comercial Popular (Camelódromo do Centro). Em 24 de outubro de 1986, na gestão do Prefeito Daniel Antônio de Oliveira, foi novamente transferido para sua sede definitiva, onde está hoje (Rua 03, nº. 322, Centro), com área construída de 6.787 metros quadrados e dividido em três pavimentos, com a finalidade de abastecimento do gênero alimentício.
Em 1º de setembro de 1987, foi feita uma homenagem ao interventor Joaquim Domingos Roriz e sua equipe à frente da Prefeitura de Goiânia, pela entrega do Mercado Central. Em 24 de outubro de 1987, o prefeito de Goiânia, Daniel Antonio de Oliveira, entregou a obra aos goianienses. Em setembro de 1991, o Mercado Central passou por uma reforma feita pela Secretaria de Obras e Serviços Públicos Municipais. Três anos depois, a Prefeitura de Goiânia fez a cobertura do Mercado Central. Em 1994, na gestão de Darci Accorsi foi feita nova cobertura e reforma geral do estabelecimento.
Criado com a finalidade de abastecimento de gêneros alimentícios, o Mercado Central não corresponde mais a essa realidade. A construção de vários centros de compras espalhados pela cidade desestimulou o consumidor a freqüentar os mercados municipais, tanto que o terceiro piso do prédio não teve o interesse que era esperado. Por isso foi necessária a remoção dos poucos permissionários do terceiro pavimento, em 24 de novembro de 1995, na gestão do prefeito Darci Accorsi.
O mercado não tinha estacionamento e, então, foi criada uma comissão pelos permissionários que solicitou ao então Ministro dos Transportes, Iris Rezende Machado, a desapropriação de alguns imóveis, onde foi construído o estacionamento.
Hoje o Mercado Central funciona normalmente nos primeiro e segundo pisos, com 101 permissionários. No terceiro piso funciona o Restaurante do Trabalhador, com refeições ao valor de R$ 1,00.
Os atrativos maiores do Mercado Central existem desde a inauguração. São produtos reconhecidos pela qualidade e/ou pelo sabor ao longo dos anos, como queijos, farináceos, artesanatos (cestas, peneiras, etc.) e empadas, aliás, a empada é uma das referências gastronômicas de Goiás, sendo a do Mercado Central a mais famosa de Goiânia.
                   
                                                                  Foto: Eulices Maria

 

MERCADO CAMPINAS
Rua Benjamin Constant, esq. c/ Av. São Paulo, n.º 429, Setor Campinas
Fone: 3524-2472

Começou a ser construído em setembro de 1954, na gestão do prefeito Venerando de Freitas Borges, e foi inaugurado em 29 de janeiro de 1955. Durante muitos anos esse mercado foi o centro de abastecimento de gêneros alimentícios que atendia a Campinas e bairros vizinhos. Naquela época, o mercado funcionava com mercearias, bares e açougues de pequenos comerciantes que trabalhavam das 6h às 18h e ganhavam o suficiente para a manutenção da família. Com o passar do tempo, vieram os supermercados sufocando os pequenos comerciantes do ramo. No início eram por iniciativa de comerciantes locais. Mais tarde, com o crescimento populacional e do poder aquisitivo, vieram para Goiânia filiais de grandes redes de supermercados do Brasil, tornando a concorrência desleal e impossível. Foi por isso que os permissionários do Mercado de Campinas tiveram de mudar as suas atividades.
Ainda hoje o Mercado de Campinas é referência na capital. Algumas das bancas são conhecidas em todo o Estado de Goiás, como é o caso da Sala 19, especializada no conserto de utilidades domésticas. E existam também outras bancas famosas, como a Lanchonete do Carlos Inácio do Nascimento, que atende a cerca de mil pessoas todos os dias; o Açougue do senhor Antonio de Souza Duarte, que prepara uma carne de sol especial; a mercearia do Edson da Silva Moreira, que teima em sobreviver apesar da invasão dos supermercados e da concorrência quase cruel, além de várias sapatarias e restaurantes. Em 30 de junho de 2008, na gestão do prefeito Íris Rezende Machado, após a reforma, o Mercado de Campinas foi reinaugurado e passou de 73 para 79 permissionários, sendo que todas as lojas passaram a ter também uma sobreloja. Com a reforma, o mercado passou a ter ainda área destinada à cultura e lazer, com eventos constantes.

                    
                                                                    Foto: Eulices Maria



MERCADO PEDRO LUDOVICO
Av. Circular, s/n.º, Praça da Feira, Setor Pedro Ludovico
Fone: 3524-1512

Fundado em 1963, na administração do prefeito Hélio Seixo de Brito, o Mercado Pedro Ludovico iniciou suas atividades, no Setor Pedro Ludovico, com hortifrutigranjeiros. A construção inicial era de tábua. Só em 1968 foi reconstruído em alvenaria, pela administração do então prefeito Iris Rezende Machado. A reforma veio em 1996, na administração de Darci Accorsi. Em 2004, na gestão do prefeito Pedro Wilson, foi efetuado uma pintura no mercado com reparos nos banheiros, telhado e madeiramento. O Mercado Pedro Ludovico possui 33 bancas, 22 salas.
Em maio de 2007 o mercado foi fechado para reforma (de 01/06/2007 a 30/05/2008) e reinaugurado em 31 de maio de 2008, pelo então Prefeito Íris Rezende Machado. Depois da reforma, as bancas foram extintas e passaram a existir somente salas construídas em alvenaria e quase todas com mezanino. Com a reforma, a área interna do mercado foi reservada para eventos culturais.
                 
                                                            Foto: Eulices Maria



MERCADO VILA NOVA
5º Avenida, n.º 389, Setor Vila Nova
Fone: 3524-8990.

O Mercado de Abastecimento (Mercado Vila Nova) iniciou suas atividades em 1957, com uma construção sob forma de condomínio, sem qualquer ônus para os cofres municipais, tendo como incorporadora a empresa vitoriosa em processo licitatório, a Enac – Empresa Nacional de Mercados Ltda. Essa empresa teria direito de alienar as lojas, boxes e espaços daquele entreposto de alimentos, com prévia aprovação da prefeitura, a quem se reservava apenas as unidades para instalação de posto telefônico, agência dos correios, administração, instalações sanitárias e as áreas de circulação interna e passeio no mercado. O restante das dependências, como lojas, boxes, espaços de circulação interna seriam de domínio da construtora.
Por ter sido edificado sobre terreno público municipal na Vila Nova, ficou sob a responsabilidade do Município a transferência do terreno urbano, com área de 3.899,24 metros quadrados, de sua propriedade à Construtora. A Prefeitura cederia o terreno à Enac, comprometendo-se a escriturá-lo em momento oportuno, ao fim da obra. O Mercado Vila Nova foi construído sobre parte da Praça Boaventura Moreira de Andrade, no Setor Vila Nova.
O terreno onde se edificou o mercado continua sendo área pública, já que não houve, até o presente momento, o desmembramento daquele trecho da Praça Boaventura. E tampouco a sua desafetação para bem dominial municipal, como determina a lei e o contrato.
                  
                                                               Foto: Eulices Maria

 

MERCADO BAIRRO POPULAR
Rua 74, n.º 329, Setor Central
Fone: 3524-1111

Construído em 1952, na Rua 74, no centro de Goiânia, durante gestão do prefeito Venerando de Freitas Borges (à época, Pedro Ludovico Teixeira era o Governador do Estado), e entregue ao povo em 1953. O Mercado Bairro Popular passou por uma restauração em 1987, com obras executadas pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), e reentregue aos permissionários em 24 de novembro de 1987. Em 2004 foi elaborado um Projeto de Reforma do Mercado Bairro Popular para que fosse feita uma reforma que revitalizasse o centro de Goiânia. O projeto, que teria de ser desenvolvido junto com a Secretaria Municipal de Cultura e Secretaria Municipal de Turismo, não foi executado por falta de verba. Em 2005 teve início, novamente, a execução do projeto, modificado, posteriormente, pela Casa Cor Goiás. Através de convênio firmado com o município, as obras começaram no dia 1º de março de 2006.
Em janeiro de 2007 foi criada uma Assessoria de Eventos para realização de eventos nos mercados, começando pelo Mercado Bairro Popular. A área interna foi destinada à realização de eventos culturais com o intuito de fazer do mercado um ponto turístico de referência em Goiânia. O processo de revitalização do Mercado Bairro Popular começou no dia 12 de janeiro de 2007, com apresentações culturais todas às sextas-feiras. 
                    
                                                                     Foto: Eulices Maria

 

MERCADO CENTRO-OESTE
Rua P-25, esq. c/ 509 e 510, n.º 464, Setor Centro-Oeste
Fone: 3524-2473

Foi construído em 1958, como Mercado Municipal de Vila Operária, na gestão do prefeito Iris Resende Machado. Em junho de 1991 passou por uma reforma e, desde 2000, o Mercado Vila Operária passou a se chamar de Mercado Centro Oeste. Em 2007 passa a ter 16 permissionários (comerciantes).
                       
                                                                   Foto: Eulices Maria


MERCADO CENTRO COMERCIAL POPULAR
Rua 4-A, s/n.º, Setor Central
Fone: 3524-1112

Fundado em 1986, na administração do prefeito Daniel Antonio de Oliveir 593 permissionários.
Em 2003, na administração do prefeito Pedro Wilson Guimarães, foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre Ministério Público e Associação dos Comerciantes, envolvendo, ainda, Corpo de Bombeiros, Celg, Saneago e vários órgãos da Prefeitura de Goiânia, como a antiga Comob, Seden, Vigilância Sanitária, SMT, Semma, Comurg e Procuradoria Geral do Município, para reforma que ficou a cargo da associação. Em 2004 foi realizado um recadastramento para a regularização dos permissionários.
Hoje o Mercado Centro Comercial Popular possui projeto de Combate a Incêndio aprovado pelo Corpo de Bombeiros, além, de hidrantes, extintores, detectores de fumaça, central contra incêndio e sinalização de emergência.

                 
                                                                    Foto: Eulices Maria