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Dez escolas municipais recebem captadores de água da chuva e hortas orgânicas

Atualizado em 19/08/2016 19:21
Projeto tem o objetivo de incentivar crianças quanto a preservação do meio ambiente e alimentação saudável

Dez escolas da rede municipal de Educação receberam neste mês de agosto a instalação de captadores de água da chuva. Durante cerca de um ano, o projeto, realizado em parceria com a Inmed Brasil, uma organização não governamental, e a Fundação Cargil, levou às instituições que aderiram à proposta, diversas ações entre palestas sobre a importância de cuidar do corpo, do meio ambiente higiene, sustentabilidade, alimentação saudável; e culminou com a criação de hortas orgânicas e dos captadores.

O educador e músico paulistano Vinícius Pereira, idealizador do projeto, explica como surgiu a ideia e como ela chegou à Goiânia: “Comecei a pesquisar uma forma de evitar a falta de água na minha própria casa, lá em São Paulo. Pesquisei na internet um instalador de cisterna e não achei. Então, eu mesmo fui estudar e aprendi como fazer uma. Desde então, eu instalei na minha casa, os meus vizinhos se interessaram e a ideia foi se espalhando até que comecei a instalar em escolas. E o meu projeto Escola de Cisterna se expandiu até eu chegar aqui, por meio da parceria com a Cargil”.

Nesta sexta-feira, 19, a instalação foi realizada na 10º escola, Escola Municipal Hebert José de Souza, no Jardim Balneário Meia Ponte. O diretor Vitor Chaves Arantes, aprovou a ideia e abraçou a causa. “É uma feliz parceria com a Cargil e com a Inmed, que propuseram o projeto que culminou na nossa horta e hoje, com a instalação do captador de água. Dentro disso, os alunos aprenderam que o reaproveitamento é muito importante. Isso é uma vivência muito positiva para todos nós”, pontuou.

Os alunos colocam a mão na massa e ajudam na instalação da minicisterna. “Ela serve para reutilizar a água para várias coisas. Lavar as coisas, molhar as plantas. E eu já aprendi que isso é uma maneira de ajudar o meio ambiente”, afirmou a aluna Maria Eduarda Esperandir, 9 anos. O colega Felipe Gabriel Alves da Silva, aprendeu que o sistema de captação também limpa a água que será reutilizada. “É bem melhor, pois não gastamos água e sim aproveitamos a que vem da chuva”, ressaltou.

Além de proporcionar aprendizado aos alunos, o projeto envolveu também os servidores e as famílias da comunidade escolar. “O projeto veio a acrescentar muito. Recebemos, na escola, várias enfermeiras, nutricionistas, que mediram, pesaram as crianças, fizeram exames, constataram anemias. Os pais foram chamados, participaram de tudo e também foram orientados. Então, foi muito bom. O projeto é muito válido!”, declarou a coordenadora da escola Flávia Ferreira.

Lívia Máximo, da editoria de Educação e Esporte – Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)


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