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Ações da Amma contam com apoio da Polícia Militar Ambiental

Atualizado em 06/02/2019 15:22
Parceria que tem início nesta quinta-feira, 07, tem como alvo o combate à poluição sonora e descartes de entulhos e lixo doméstico em parques e áreas verdes



A poluição sonora e os descartes de entulhos e lixo doméstico em parques e áreas verdes têm sido os dois problemas mais recorrentes na Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma). Ambos bem sérios, mas o último mais ainda, visto que os descartes ocasionam danos ambientais graves, sobretudo quando lançados em cursos hídricos. Em relação a esses gargalos, uma boa notícia chegou nesta terça-feira, 5, ao presidente da Amma, Gilberto Marques Neto: o órgão municipal vai contar com o apoio do Comando de Policiamento Ambiental (CPA) em diversas ações. A notícia foi trazida pelo sub-comandante do CPA, tenente-coronel Francisco de Assis Ramos Jubé, que estava acompanhado da chefe da Sessão de Comunicação Social do CPA, tenente Jéssica Regis Silva, e do soldado Vagner Ienerci de Jesus, que é auxiliar na área de comunicação da Corporação.


Na reunião, que aconteceu na sala da presidência da Amma e contou também com a presença dos diretores Ormando Pires (Parques e Unidades de Conservação) e José de Moraes Neto (Diretoria de Gestão Ambiental), o gerente de Fiscalização, Diego Moura, e outros técnicos, o presidente disse ao tenente-coronel que “a parceria será de grande importância para a cidade”. Gilberto Neto também ressaltou que esse trabalho em conjunto “resultará numa ação de combate mais intensa em relação a dois problemas mais recorrentes: poluição sonora e descartes irregulares de entulhos e lixo doméstico”. Francisco de Assis destacou que quer o CPA também envolvido nas ações que objetivam promover a conscientização das pessoas em relação à necessidade de se buscar a sustentabilidade.

Uma ação de imediato já foi programada entre a Amma e o CPA para esta quinta-feira, 7. “A poluição sonora será a atividade inicial dessa parceria”, diz Gilberto Neto, salientando que “os efeitos da poluição sonora geram reações físicas e psicológicas, como, por exemplo, aumento da pressão sanguínea e do batimento cardíaco, dores de ouvido entre outras reações”. Gerente de Fiscalização, Diego Moura aponta que seu setor “vai realizar um pente-fino em bares e distribuidoras de bebidas, desses estabelecimentos será cobrado a licença ambiental; dos bares haverá cobrança de autorização para uso de aparelhagem de som e junto a isso os fiscais vão usar  decibelímetro para avaliar se o volume do som está no limite permitido por lei. “As equipes estarão preparadas para fazer autuações e apreensões no que for constatado de irregularidade”, destaca Moura.

Sinésio Dioliveira, da editoria de Meio Ambiente

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